III Concurso de Trovas do Grêmio Português de Nova Friburgo – 11/10/2008

Premiados


Lírico – Tema: Infinito


1º Lugar Maria Madalena Ferreira


“Pés cansados…olhos baços…

Já não vou longe – acredito…

-Porém, nos sonhos, meus passos

levam-me além do infinito!”


2º Lugar Adilson Maia


“Creio em Deus, força bendita

que sempre me guia os passos

e na esperança infinita,

que põe o céu nos meus braços!”


3º Lugar José Henrique da Costa


“O romance mais bonito

vejo na tarde a findar

quando o Sol lá no infinito

ruboriza e beija o mar.”


4º Lugar Cecília Patti Silveira


“Infinito…Imensidão…”.

caravelas, com coragem,

navegam na escuridão.

Levam sonhos na bagagem.”


5º Lugar João Costa


“Feliz no amor e no afã

de vivê-lo intensamente,

na incerteza do amanhã,

torno o infinito presente.”


Menção Honrosa Elen de Novais Felix


“Toda noite, espero, aflito

que ela volte…E na ansiedade,

vejo, mirando o infinito,

o infinito da saudade.”


Menção Honrosa Alba Helena Corrêa


“Dizias que era infinito

O amor que tinhas por mim.

Que pena! Amor tão bonito,

Perdeu seu ‘in’, teve fim!”


Menção Honrosa Dilva Maria de Moraes


“Dimensionar a verdade

É difícil…tenho dito:

Nosso amor na eternidade

Nem cabe em nosso infinito!”


Menção Honrosa Edmar Japiassú Maia


“Por mais que ao corpo permitas

o aconchego de horas calmas,

há distancias infinitas

separando nossas almas…

Menção Honrosa Hermoclydes S. Franco

Quando o horizonte e o INFINITO

escondem teu vulto amante,

eu me pergunto, num grito,

qual dos dois é mais distante?…


Menção Especial Clenir Neves Ribeiro


“Reina a paz, não tem conflito,

pois, nossa amizade é tal

que há um forte laço infinito

do Brasil a Portugal.”


Menção Especial Joana D’arc da Veiga


“Olho o Infinito Universo

dos poetas em Lisboa.

mas, se a estrela acende um verso,

brilha Fernando Pessoa.”


Menção Especial Thereza Cariello


“Lembrando ‘a casinha branca’

lá no infinito do mar

Sinto a saudade que tranca

O pranto do meu pesar.”


Menção Especial Ailton Rodrigues


“Infinito é o sentimento

da mãe que ministra o anseio

dando a criança o sustento

usando somente o seio!”


Menção Especial Renato Alves


“Nosso amor era ‘infinito’,

mas teve fim e morreu,

deixando meu peito aflito

e infinitamente teu!”


Tema: Humorístico Gajo


1º Lugar Joana D’arc da Veiga


“ – Tens licença pra tocar?

- Não!..diz o gajo afinal…

- Queira então me acompanhar!

- Cantas fado seu fiscal?”


2º Lugar Marques


“Fica o gajo boquiaberto

babando pela cachopa,

com tudo no lugar certo

e pouco pano na ‘popa’!


3º Lugar José Moreira Monteiro


“ Um gajo em plena conquista

dessa terra de emoções,

gritou alto : Terra à vista!

ou em suaves prestações…”


4º Lugar Edmar Japiassu Maia


“O trabalho é um tanto rude,

mas o gajo o leva a sério:

vende ‘planos de saúde’

no portão do cemitério!”


5º Lugar Renato Alves


“O gajo, sendo um velhaco,

engajou-se bem no oficio

um cargo de puxa-saco

para puxar palma em comício!”


Menção Honrosa Alba Helena Corrêa


“A dizer: ‘Vem o marido!’,

o gajo, ao louro, ensinou.

Foi, pro hospital, o sabido.

E o papagaio? Voou!!…”


Menção Honrosa Elisabet Souza Cruz


“Ao ver dinheiro lavado,

pendurado no banheiro,

pergunta o gajo intrigado:

- é lavagem de dinheiro?!”


Menção Honrosa Dilva Maria de Moraes


“ Ela com sede…animada…

e o gajo não dá no couro!

Nem vela na encruzilhada

Faz ligar seu bebedouro!…”


Menção Honrosa João Costa


“ Terminou mal o chamego,

que ia de vento em popa,

quando o pobre do ‘galego’

viu que era um gajo a cachopa.”


Menção Honrosa Hermoclydes S. Franco


“ ‘Vai ver se estou lá na esquina’ ! …

E o GAJO diz: É p’ra já!…

Vai e volta e , então opina:

‘Não estás lá…Estás cá!…’ ”


Menção Especial Thereza Cariello


“ Com o olho o ‘gajo’piscando

parecendo um querubim

piscava para o Fernando

- Pensei que fosse pra mim.”


Menção Especial Flávio Ferreira da Silva


“O que tinha e o que não tinha,

perdia ao jogar sueca,

no final, o gajo vinha

vestido só de cueca.”


Menção Especial Dirce Tavares Montechiari


“Bêbado, cabeça em brasa,

diz o gajo bem ‘mamado’:

- passa…logo minha casa,

que eu não ando…tô ‘chumbado’.”


Menção Especial Maria Madalena Ferreira


“ ‘Olha o bolinho!!!’- E eu reajo:

-‘Coma dois… e pague três’ ???!!!

Que negócio é esse, ó Gajo???

- É… ‘negócio de chinês’!!! ”


Menção Especial Clenir Neves Ribeiro


“Esse gajo hoje me intriga:

Não dana o vira nem fado

E dispensa a rapariga,

Quando cai no rebolado!”

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